domingo, 5 de agosto de 2012
Modena...
Cidade histórica e universitária, Modena está localizada na região da Emilia-Romagna, em meio à uma fértil planície, próxima das belas montanhas dos Apeninos. É uma cidade tranquila e viva, onde modernidade e tradição se encontram e se completam.
Uma cidade para se conhecer passeando ao longo de seus pórticos ou pedalando pelas suas belas ruas antigas, onde as particularidades de tantos detalhes do centro histórico, bem como as cores características de seus edifícios, te levarão a reviver a atmosfera típica de um borgo medieval.
As pessoas que vivem nesta terra são abertas e cordiais. Nas lojas ou pelas ruas, encontrarás sempre alguém disposto a trocar algumas palavras.
Diferente de cidades mais conhecidas e cheias de turistas, Modena te oferece a possibilidade de ouvir e falar o italiano em cada esquina.
O Duomo românico do século XII (tombado pela Unesco como “patrimônio da humanidade”), as supreendentes salas do Palácio da Prefeitura, a imponência do Palácio Ducale, a beleza das igrejas são alguns dos tesouros artísticos e históricos da cidade, que convivem em perfeita harmonia com as lojas, as livrarias, os ateliers dos artistas e artesãos, as feiras tradicionais, os bares, os restaurantes e as famosas tratorias.
Enfim, cada lugar na Itália tem história, tradição e costumes únicos. As tardes livres ou os fins de semana serão ocasiões para conhecer e explorar as fascinantes diversidades do lugar...
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Bicerin - Torino
É uma bebida, feita de café expresso, chocolate e leite integral servida em camadas, tradicional de Torino, região do piemonte. A palavra bicerin quer dizer "pequeno copo"; conhecida desde o século 18 e famosamente elogiada por Alexandre Dumas em 1852.
O Caffè Al Bicerin tem servido a bebida na Piazza della Consolata de Torino desde o século 18, e algumas autoridades acreditam que a bebida foi inventada lá. Outros acreditam que se originou em torno de 1704 no Fiorio Caffè.
Em 2001 bicerin foi reconhecido oficialmente como um "produto tradicional piemontês".
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segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Castelo de Santo Ângelo - Roma
O Castelo de Santo Ângelo (em italiano, "Castel Sant' Angelo"), também conhecido como Mausoléu de Adriano, localiza-se à margem direita do rio Tibre, diante da ponte Sant'Angelo, a pouca distância do Vaticano, em Roma, na Itália.
A sua primitiva estrutura foi iniciada em 139 pelo imperador Adriano como um mausoléu pessoal e familiar (Tumbas de Adriano), vindo a ser concluído por Antonino Pio em 139. O monumento, em travertino, era adornado por uma quadriga em bronze, conduzida por Adriano.
Em pouco tempo, entretanto, a sua função foi alterada, sendo utilizado como edifício militar. Nessa qualidade, passou a integrar a Muralha Aureliana em 403.
A sua atual designação remonta a 590, durante uma grande epidemia de peste que assolou Roma. Na ocasião, o Papa Gregório I afirmou ter visto o Arcanjo São Miguel sobre o topo do castelo, que embainhava a sua espada, indicando o fim da epidemia. Para celebrar essa aparição, uma estátua de um anjo coroa o edifício: inicialmente um mármore de Raffaello da Montelupo, e desde 1753, um bronze de Pierre van Verschaffelt sobre um esboço Gian Lorenzo Bernini.
Durante a época medieval esta foi a mais importante das fortalezas pertencentes aos Papas. Serviu também como prisão para muitos patriotas, na época dos movimentos de unificação da Itália ocorridos no século XIX.
De seu terraço superior, tem-se uma magnífica vista do Tibre, dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro.
A ponte de Sant'Angelo, sobre o Tibre, é ornada por doze estátuas de anjos esculpidas por Bernini.
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Isola Bella
Isola Bella é uma belissima ilha com 320 metros de comprimento e 400 metros de largura, localizada no Lago Maggiore, perto de Stresa, na região do Piemonte. Isola Bella é completamente ocupada pelo Palácio Borromeu e pelos seus lindos jardins ao estilo italiano. É uma grande atração turística, com serviços de barco regulares partindo de Stresa, Baveno, Pallanza e Intra. Anualmente é palco do festival de música de Stresa.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Toscana
Toscana... a grandiosa época do Humanismo e Renascimento... visões do homem e do mundo que transformaram a história, deixando um traço profundo na comum civilização européia.
Daquele extraordinário período, a Toscana, começando por Firenze, custodia os máximos testemunhos.
Grandes obras arquitetônicas civis e religiosas, esculturas e pinturas de extraordinário valor artístico, testemunhos de talentos de gênios como Leonardo da Vinci, Michelangelo Buonarroti e Filippo Brunelleschi.
Mas a Toscana não é somente Firenze.
Tem Siena com a praça do Campo, palco do famoso Palio que acontece no verão. Na província de Siena (célebre pelos seus vinhos, como o Chianti ou Brunello) sobressaem-se Montepulciano e Pienza, jóias da arte renascentista, e San Gimignano, com suas célebres torres.
E depois se encontram Pisa, sonhada pelo mundo por sua torre pendente; Carrara, com sua catedral revestida com o prestigioso mármore que dá o nome a cidade; Lucca, Pistoia,Arezzo, Grosseto, Livorno, Prato, que se orgulham por sua urbanística e monumentos de altíssimo valor.
São inumeráveis as belezas naturais toscanas.........
Acima de todas, a paisagem: típica, única, doce e quente paisagem toscana.
Fonte: Enit
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domingo, 7 de agosto de 2011
Cappuccino

Na Itália, o cappuccino é consumido geralmente pela manhã, apesar de não ser incomum ver os italianos bebendo-o durante o dia, não é bebido após as refeições. O Cappuccino clássico é preparado em um terço de café expresso, um terço de leite vaporizado e um terço de espuma de leite vaporizado.
Dizem que o termo cappuccino é do século XVI e teve sua origem nos frades pertencentes a um ramo da ordem franciscana, "cappuccio" deriva de capuz (do latim cappa), pois assim os frades franciscanos são chamados devido ao capuz que trazem preso ao hábito, e o nome da bebida deve-se a sua cor, que lembra a do hábito dos frades capuchinhos.
Se é verdade não sei, mas que eu adoro Cappuccino, adoro.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Arco de Tito - Roma

O Arco de Tito é um arco triunfal, erguido em comemoração à conquista de Jerusalém pelo Imperador Tito Flávio, filho de Vespasiano. Tito comandou as legiões romanas que ocuparam a capital da Judéia em 1 de agosto de 67 d.c..
Com esta ocupação, teve início a destruição do Templo de Jerusalém, que seria concluída no ano 70 a.d., acontecimento que foi considerado a realização de uma das profecias de Jesus Cristo.
Vê-se esculpido no arco: a mesa do pão ázimo, as trombetas de prata e a Menorá, o candelabro de 7 braços, símbolos do judaísmo. Inteiramente em mármore, o Arco de Tito é o mais célebre de Roma. Situa-se no Fórum Romano e foi construído em 81 d.c., medindo 15,4 m de altura, 13,5m de largura e 4,75m de profundidade.
Nele consta a seguinte inscrição:
SENATVS
POPVLVSQVE•ROMANVS
DIVO•TITO•DIVI•VESPASIANI•F(ILIO)
VESPASIANO•AVGVSTO
Quer dizer: "O Senado e o povo romano [dedicam] ao divino Tito Vespasiano Augusto, filho do divino Vespasiano".
Os judeus, de Roma ou de qualquer lugar, nunca passaram embaixo do Arco de Tito, até 1948, quando o Estado de Israel foi fundado. Nesta ocasião os judeus de Roma fizeram uma grande parada e passaram embaixo do arco, comemorando a reconquista de sua terra e, claro, a sua sobrevivência ao Império Romano.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Terme di Caracala - Roma



As Termas de Caracala foram construídas, durante o governo do Imperador Romano Caracala, e são um perfeito exemplo das grandes Termas Imperiais. Grande parte de sua estrutura ainda se encontra conservada, sem a interferência de edifícios modernos.
Polêmio Silvio, no século, citava-as como uma das sete maravilhas de Roma, famosas pela riqueza de sua decoração e das obras que continha.
O entorno das termas foi construído, após o reinado de Caracala, pelos dois últimos imperadores da dinastia dos Severos, Heliogábalo e Alexandre Severo. Vários trabalhos de restauração foram realizados nos reinados de Aureliano, Dioclesiano e, após a queda do Império Romano do Ocidente, pelo rei Ostrogodo Teodorico o Grande. Após a destruição dos aquedutos realizada por outro rei godo, Vitige, durante as Guerras Góticas com o imperador do Oriente Justiniano, que buscava recuperar a Itália para o Império Romano do Oriente, as termas cessaram de funcionar.
As Termas de Caracala podiam acolher mais de 1.500 pessoas num edifício que media 337 por 328 metros, sendo somente a parte central de 220 por 114 metros.
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sábado, 30 de julho de 2011
Fontana di Trevi - Roma

A Fontana di Trevi (Roma), é a maior e mais ambiciosa construção de fontes barrocas da Itália.
A fonte situava-se no cruzamento de três estradas , marcando o ponto final do Acqua Vergine, um dos mais antigos aquedutos que abasteciam a cidade de Roma. No ano 19 a.C., técnicos romanos localizaram uma fonte de água pura a pouco mais de 22 quilômetros da cidade (cena representada em escultura na própria fonte, atualmente). A água desta fonte foi levada pelo menor aqueduto de Roma, diretamente para os banheiros de Marcus Vipsanius Agrippa e serviu a cidade por mais de 400 anos.
O "golpe de misericórdia" desferido pelos invasores godos em Roma foi dado com a destruição dos aquedutos, durante as Guerras Góticas. Os romanos durante a Idade Média tinham de abastecer-se da água de poços poluídos, e da pouco límpida água do rio Tibre, que também recebia os esgotos da cidade.
O antigo costume romano de erguer uma bela fonte ao final de um aqueduto que conduzia a água para a cidade foi reavivado no século XV, com a Renascença. Em 1453, o Papa Nicolau V determinou fosse consertado o aqueduto de Acqua Vergine, construindo ao seu final um simples receptáculo para receber a água, num projeto feito pelo arquiteto humanista Leon Battista Alberti.
Em 1629, o Papa Urbano VIII achou que a velha fonte era insuficientemente dramática e encomendou a Bernini alguns desenhos, mas quando o Papa faleceu o projeto foi abandonado. A última contribuição de Bernini foi reposicionar a fonte para o outro lado da praça a fim de que esta ficasse defronte ao Palácio do Quirinal (assim o Papa poderia vê-la e admirá-la de sua janela). Ainda que o projeto de Bernini tenha sido abandonado, existem na fonte muitos detalhes de sua idéia original.
Muitas competições entre artistas e arquitetos tiveram lugar durante o Renascimento e o período Barroco para se redesenhar os edifícios, as fontes, e até mesmo a Scalinata di Piazza di Spagna (as escadarias da Praça de Espanha). Em 1730, o Papa Clemente XII organizou uma nova competição na qual Nicola Salvi foi derrotado, mas efetivamente terminou por realizar seu projeto. Este começou em 1732 e foi concluído em 1762, logo depois da morte de Clemente, quando o Netuno de Pietro Bracci foi afixado no nicho central da fonte.
Salvi morrera alguns anos antes, em 1751, com seu trabalho ainda pela metade, que manteve oculto por um grande biombo. A fonte foi concluída por Giuseppe Pannini, que substituiu as alegorias insossas que eram planejadas, representando Agrippa e Trivia, as virgens romanas, pelas belas esculturas de Netuno e seu séquito.
A fonte foi restaurada em 1998, as esculturas foram limpas e polidas, e a fonte foi provida de bombas para circulação da água e sua oxigenação.
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Fontana della Barcaccia - Roma

“Fonte do Barco Velho” é uma fonte de água doce em Roma, na Piazza di Spagna. É assim chamada porque tem a forma de um navio semi-afundado com água transbordando seus arcos.
A fonte foi encomendada pelo Papa Urbano VIII e foi concluída em 1627 por Pietro Bernini e seu filho Gian Lorenzo Bernini.
O formato foi escolhido porque, antes que as paredes do rio Tibre fossem construídas em 1598, houve uma inundação particularmente ruim e a Piazza di Spagna foi inundada até um metro. Quando a água recuou, um barco foi deixado para trás na praça.
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Vasto



Vasto é uma comuna italiana da região dos Abruzo , província de Chieti. Está localizada às margens do Mar Adriático, na costa leste italiana.
Segundo a tradição local a cidade teria sido fundada pelo herói grego Diomedes, rei da Etólia, que ali se teria auto-exilado finda a guerra de Tróia. Escavações arqueológicas na região encontraram artefatos que evidenciam a presença humana desde pelo menos 1300 A.C.
Chamada Histonium na antigüidade, constituía importante centro comercial e portuário da tribo dos Frantanianos, sendo posteriormente conquistada pelo Império Romano. Apesar de nunca ter atingido o status de colônia, permanecendo apenas como municipio, trabalhos arquelógicos no local revelam ter se tratado de uma rica e opulenta cidade, tendo sido encontrados vestígios de banhos, teatros e outros prédios públicos, além de mosaicos, colunas e estátuas de granito e mármore.
Dentre as numerosas inscrições encontradas no local, uma das mais curiosas é a que registra o episódio em que um rapaz de apenas 30 anos, L. Valerius Pudens, vencedor de um prestigioso concurso de poesia ocorrido no templo de Jupiter Capitolino, em Roma.
O nome Histonium é também encontrado em itinerários de embarcações do século IV, e muito provavelmente nunca cessou de existir navegação nesta região, a despeito de sucessivas devastações impingidas por Godos, Lombardos, Francos e posteriormente árabes à comuna.
Historiadores discutem se, quando o grego Estrabão faz referência a uma certa Ortonium, terra de piratas da pior espécie, ferozes e brutais, estaria referindo-se a Histonium, atual Vasto, ou a Ortona, também em Chietti. O fato é que com a queda do Império Romano do Ocidente, a cidade caiu sob domínio lombardo, sendo posteriormente tomada pelos francos. Em 1076 Histonium foi rebatizada Guastaymonis em homenagem ao militar francês Guasto d’Aymone de Dordona, que depois da conquista e da devastação da cidade sob o seu exército, a fez reconstruir. Seu nome gradualmente chegou a Vasto d'Ammone, continuando a sofrer variações até atingir sua forma atual, Vasto.
No século XV a cidade teve sua estrutura urbana transformada pelo condottiero Giacomo Caldora, então senhor da cidade. A família Caldora é responsável pela construção de diversas obras ainda presentes na cidade, como suas muralhas, a Torre Bassano, a Piazza Rossetti, a Torre Diomede in Vico Storto del Passero, a Torre Diamante, a Piazza Verdi e a Porta Catena, além do Castello Caldoresco e seus primeiros postos defensivos.
Sob domínio espanhol, presente em todo sul da Itália, Vasto tornou-se feudo dos Marqueses de Avalos, atingindo seu apogeu sob a administração de Cesare Michelangelo.
Além do intenso crescimento industrial e comercial observado no pós-guerra, nas últimas décadas a cidade de Vasto tem investido fortemente no setor turístico, amparado em suas belas praias, às margens do Adriático, e em seu milenar história.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Molise
È uma pequena, deliciosa e pouco conhecida região do Adriático Meridional. O Molise é um território onde tudo tem ainda o sabor de uma vez: das paisagens às tradições populares, da gastronomia à vida comunitária, da hospitalidade de seus habitantes ao mar cristalino, do artesanato (celebres os sinos de Agnone) à tranqüilidade das cidades do interior.
Começando pela capital, Campobasso, com o seu sugestivo emaranhado de ruas antigas e o Castelo Monforte do ano 1400.
Em Termoli, a luminosidade mediterrânea dos lugares ilumina os antigos muros, erguidos pela vontade do imperador Frederico e onde se encontra um enorme Castelo de 1500 que se estende até o mar.
Em qualquer lugar do Molise, a natureza parece vigiar sua história, protegendo suas memórias. Como acontece nos sítios arqueológicos de Sepino, que testemunha uma antiga colonização romana e nas vizinhanças de Pietrabbondante, onde se encontram resquícios dos "sanniti", povo que ousou desafiar a potência de Roma.
Ainda, na província de Isernia (cidade dotada de uma linda Catedral e uma fonte do ano 1300), se ergue solitária e majestosa a antiguíssima Abadia de San Vincenzo al Volturno.
Visite...
http://www.regione.molise.it/
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domingo, 24 de julho de 2011
Il valzer di un giorno - Gianmaria Testa
Il Valzer Di Un Giorno
Tutto è già qui
anche se non si vede
tutto è già qui
nascosto tra le pieghe
e se ci stupirà
sarà soltanto come
come certe novità che sapevamo già
Tutto è già qui
l'adesso e l'indomani
tutto è già qui
i torti, le ragioni
le grandi verità
e le speranze vuote
la voce che non sa per chi si spenderà
Ma oggi che era un giorno come tanti
hai preso le mie mani
e poi le hai messe sui miei fianchi
e io che ballare non l'ho fatto proprio mai
mi sono perduto in un valzer
che gira per noi
Tutto è già qui
nell'ombra delle cose
l'amore che verrà
le partenze e poi le attese
tutto è già qui
anche se non si vede
tutto è già qui e non si lascia dire
Ma oggi che era un giorno come tanti
hai preso le mie mani
e poi le hai messe sui tuoi fianchi
e io che ballare non l'ho fatto proprio mai
mi sono perduto in un valzer
che gira per noi
(Gianmaria Testa)
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Ponte Vecchio



A Ponte Vecchio é uma Ponte em arco medieval sobre o Rio Arno, em Florença, na Itália, famosa por ter uma quantidade de lojas (principalmente ourivesarias e joalherias).
Acredita-se que tenha sido construída ainda na Roma Antiga, feita originalmente de madeira. Foi destruída pelas cheias de 1333 e reconstruída em 1345, com projeto da autoria de Taddeo Gaddi. Consiste em três arcos, o maior deles com 30 metros de diâmetro. Desde sempre alberga lojas e mercadores, que mostravam as mercadorias sobre bancas, sempre com a autorização do Bargello, a autoridade municipal de então. Diz-se que a palavra bancarrota teve ali origem. Quando um mercador não conseguia pagar as dívidas, a mesa (banco) era quebrada (rotto) pelos soldados. Essa prática era chamada bancorotto.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a ponte não foi danificada pelos alemães. Acredita-se que tenha sido uma ordem direta de Hitler.
Ao longo da ponte, há vários cadeados, especialmente no gradeamento em torno da estátua de Benvenuto Cellini.
O fato é ligado à antiga ideia do amor e dos amantes: ao trancar o cadeado e lançar a chave ao rio, os amantes tornavam-se eternamente ligados. Graças a essa tradição e ao turismo desenfreado, milhares de cadeados tinham de ser removidos com frequência, estragando a estrutura da ponte. Devido a isso, o município estipulou uma multa de 50euros para quem for apanhado, em flagrante, a colocar cadeados na ponte.
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